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domingo, 29 de junho de 2014

Lei Maria da Penha - LEI Nº 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006

Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.

Leia o conteúdo completo da LEI Nº 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006

Portal Violência Contra a Mulher

De onde vem a violência contra a mulher?

Ela acontece porque em nossa sociedade muita gente ainda acha que o melhor jeito de resolver um conflito é a violência e que os homens são mais fortes e superiores às mulheres. É assim que, muitas vezes, os maridos, namorados, pais, irmãos, chefes e outros homens acham que têm o direito de impor suas vontades às mulheres.

Embora muitas vezes o álcool, drogas ilegais e ciúmes sejam apontados como fatores que desencadeiam a violência contra a mulher, na raiz de tudo está a maneira como a sociedade dá mais valor ao papel masculino, o que por sua vez se reflete na forma de educar os meninos e as meninas. Enquanto os meninos são incentivados a valorizar a agressividade, a força física, a ação, a dominação e a satisfazer seus desejos, inclusive os sexuais, as meninas são valorizadas pela beleza, delicadeza, sedução, submissão, dependência, sentimentalismo, passividade e o cuidado com os outros.

Saiba mais!

10% do PIB em Educação, Resolve?

Percebe-se que a nossa educação está fragilizada. O Governo Federal tem investido maciçamente em cursos técnicos e nível universitário em busca de uma mão de obra qualificada para o nosso país. Realmente devo admitir que a área tenológica carece de mão de obra especializada, porém será que não estamos esquecendo de algo? Países como Noruega, Suécia e Bélgica investem entre 6 a 7% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em educação e o retorno é considerável. Mas, aí pode-se dizer que já são países desenvolvidos e por isso investem pouco em educação. No entanto, será que a base que é o ensino fundamental não carece de um olhar mais específico por parte dos nossos governantes?

Aumentar o investimento na área da educação em 10% do nosso PIB sem uma reforma profunda na mesma não seria "jogar dinheiro fora"? Bem, vejamos a opinião do colunista Reinaldo Azevedo da Revista VEJA na reportagem de 04/06/2014:

"O Congresso aprovou o tal Plano Nacional de Educação, que agora vai para a sanção da presidente Dilma Rousseff. A principal medida — aquela que gera mais títulos da imprensa — é a que eleva, de forma gradual, os gastos da União, Estados e municípios com o setor a 10% do PIB até 2024. Em cinco anos, tem de chegar a 7% — hoje, está em 5,7%. As unidades da federação que não conseguirem cumprir com a sua parte terão de ser socorridas pela União. No papel, será tudo lindo: o plano prevê, para os próximos dez anos, entre outras coisas, a universalização do ensino infantil e pré-escola para crianças de 4 e 5 anos, do ensino fundamental e do ensino médio, a erradicação do analfabetismo, a superação das desigualdades educacionais, a valorização do professor e creches para pelo menos 50% das crianças de até 3 anos. Falta ainda detalhar muita coisa, mas vamos lá. Será que o Brasil investe pouco em educação? A resposta, acreditem!, é “não!”. O nosso país investe é mal. Se não houver uma profunda reforma do sistema — que passe pela implementação de mecanismos de aferição de qualidade, podem esquecer! Nada vai acontecer. Faço uma pergunta básica, elementar, primária até. E a resposta não é menos óbvia: de que instrumentos dispõem hoje as três esferas da Federação — municípios, Estados e União — para cobrar resultados dos profissionais de educação, de sorte que possam premiar o mérito e punir a baixa qualidade? O país não dispõe nem mesmo de um currículo mínimo. Devemos ser o único país do mundo a ter um exame de caráter nacional, que dá acesso a ensino superior público e gratuito — o Enem — sem ter conseguido definir, afinal, o que se deve ensinar. Sei que muita gente ficará chocada, mas o que fazer com a verdade senão explicitá-la? Em relação ao PIB, o Brasil está entre os países que mais investem em educação: mais do que o Reino Unido (5,6% do PIB), a Suíça (5,5%), os EUA (5,5%) e o Japão (3,8%). Não obstante, apresentamos um dos piores desempenhos. Vamos ver: a Holanda investe percentualmente pouco mais do que nós: 5,9% do seu PIB. Está em 10º lugar no Pisa, o exame internacional que mede a proficiência dos estudantes. Investindo 5,7%, o nosso país está em 53º lugar. Vejam a tabela de países da OCDE com o percentual de investimento em relação ao PÌB, a posição no ranking e o desempenho no PISA.

Se este país chegar mesmo a investir 10% do seu PIB em educação — o que, se querem saber, duvido que aconteça um dia —, saltará para o topo do ranking, sempre considerando, claro!, que o nosso Produto Interno Bruto está ali pelo sétimo ou oitavo lugar. E sabem o que vai acontecer? Se não houver uma profunda reforma no sistema educacional, a resposta é nada. Teremos quase o dobro do gasto de hoje para colher os mesmos resultados pífios. Evidentemente, os dias não andam sensíveis para ponderações como esta. Mas, graças a Deus, não sou político e não preciso de apoio a propostas impossíveis, de óbvio apelo demagógico, que, sei, não sairão do papel. Dado o modelo educacional brasileiro, mais dinheiro significará apenas mais ineficiência. "

Israel Verde

Muito interessante essa reportagem sobre sustentabilidade em Israel. Vale a reflexão sobre o assunto.

"A região desértica de Israel recebe apenas 30 milímetros de chuva ao ano. Mesmo assim, com a pouca água que tem, o país venceu a escassez, pintou de verde o deserto e é copiado mundialmente nas suas técnicas agrícolas sustentáveis. Desde a década de 1960 Israel contribui para o desenvolvimento da agricultura do semi-árido, por meio da difusão de técnicas de irrigação em regiões do nordeste brasileiro. É o caso da Netafim, empresa israelense que, após ter vencido uma licitação no Ceará, trabalha nos projetos de irrigação Baixo Acaraú e Tabuleiro de Russa. Mais de 1 mil hectares serão irrigados por meio do sistema de gotejamento, trazendo inúmeros benefícios para a região, como geração de empregos e renda e mais oportunidades de negócios. A experiência com essa técnica poderá servir de referência para a Bahia, que também pretende utilizar o sistema de gotejamento.

A utilização correta e econômica dos recursos hídricos é uma preocupação constante dos israelenses. Tel Aviv, por exemplo, reutiliza 100% da água que vai para o esgoto e, após os devidos tratamentos, a água reciclada chega ao deserto para irrigar plantações. A central de tratamento Shafdan, além de reciclar a água produz adubo com o lixo orgânico produzido pela população.

Mas também existem outras formas de aproveitar todos os recursos hídricos. Uma delas é a construção de reservatórios que coletam a água da chuva, utilizada durante a seca na agricultura. Outra é a dessalinização. A cidade de Ashkelon, em Israel, abriga a maior usina de dessalinização do mundo e o país produz cerca de 300 milhões de metros cúbicos anuais, suficientes para abastecer quase metade do país a um custo cada vez mais acessível. Numa época em os recursos hídricos são cada vez mais escassos, esta técnica pode ser utilizada em todo o mundo.

Já na agricultura, Israel consegue produzir alimentos para pelo menos 90% de sua população, e ainda gera excedentes para a exportação. Além da irrigação, para obter este sucesso o país também conta com uma alta tecnologia de fertilização e consegue produzir cada vez mais em menos espaço.

Israel possui um programa de cooperação internacional para saúde e agricultura nos países em desenvolvimento. O Mashav, programa de cooperação internacional do Ministério das Relações Exteriores, passou a atuar na África na década de 1950, com o envio de especialistas israelenses nestas áreas que instruíam os agentes locais com experiências e conhecimentos. Desde 1967 o programa atua, também, junto aos países latino-americanos. Atualmente, está presente também em países da Ásia (incluindo os países islâmicos que mantêm relações diplomáticas com Israel) e, também, nos Territórios Palestinos, onde atua com consultoria, transferência de tecnologias agrícolas e projetos conjuntos.

Israel também pinta o deserto de verde, plantando árvores em pleno deserto. O Keren Kayemet LeIsrael (KKL) – Fundo Judaico Nacional, uma organização não governamental fundada em 1901, investe desde o preparo do solo para plantio de árvores, construção de reservatórios de água, criação de novos povoados, infra-estrutura e estradas, até o investimento em pesquisas agrícolas de alto nível tecnológico. Ao longo destes mais de 100 anos, o KKL consolidou-se como um líder global na preservação do meio ambiente, através do plantio de 240 milhões de árvores, construção de mais de 200 reservatórios e açudes, desenvolvimento de mais de 250.000 acres de terra, criação de mais de 1.000 parques, fornecendo infra-estrutura para mais de 1.000 comunidades e trazendo vida ao deserto do Negev."

Que o exemplo de Israel no quesito sustentabilidade, nos sirva como uma luz no caminho do aprendizado verde.

Fonte: Federação Israelita do Estado de Minas Gerais - Adaptado por Bessa de Carvalho.

Resutado SISU 2014 - Primeira Chamada

Candidatos já podem conferir no site o resultado da primeira chamada. As matrículas devem ser efetuadas de 9 a 13 de junho, com exceção do dia 12, por causa da estreia do Brasil na Copa. Confira aqui!

domingo, 15 de junho de 2014

ALCOOLISMO NO BRASIL

Olá, amigos do blog! Andei meio ausente devido a problemas pessoais, no entanto, estou retornando para as minhas atividades normais. Aproveito a oportunidade para falar sobre o tema Alcoolismo.

No Brasil o alcoolismo trata-se de um problema sério e oculto. Acredito por motivos alheios ao nosso conhecimento, o Governo Federal vem se omitindo no saber das estatísticas liberadas por orgãos de pesquisas sérios em nosso país. No Relatório Consolidado Job 11/0567, o mesmo expõe os estudos qualitativos e quantitativos sobre a ação do alcoolismo entre jovens na idade de 12 a 17 anos e adultos a partir dos 18 anos em diante. Envolvendo, também, pais, adolescentes, donos de bares, casas noturnas e quiosques localizados em determinadas áreas de São Paulo em 2011. Uma campanha positiva que esclarece e demonstra através de dados diversos a realidade do alcoolismo no Estado de São Paulo, pois ora reflete a situação do Brasil no aspecto social.

Não consigo entender, por mais que raciocine, como o Governo Federal combatente severo do tabagismo, deixa em segundo plano a questão social do alcoolismo.

Outra boa fonte é o CEBRID - Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas, que disponibiliza em seu site informações históricas e estatísticas sobre a ação do álcool em diversos setores da nossa sociedade.

Descobri também, o site da revista Viva Saúde onde nos traz a seguinte pesquisa(fique claro que não estou fazendo divulgação da revista nem da venda de livros):

"Os jovens estão bebendo mais e cada vez mais cedo, o que aumenta o risco de boa parte desta juventude desenvolver o alcoolismo. Esta equação se repete em praticamente todo o mundo, inclusive no Brasil, apesar de as pesquisas sobre o tema ainda serem bem escassas por aqui.

O último Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), revela que o consumo de álcool por adolescentes de 12 a 17 anos já atinge 54% dos entrevistados e desses, 7% já apresentam dependência. O estudo foi realizado em 2004 e mostrou que entre jovens de 18 a 24 anos, 78% já fizeram uso da substância e 19% deles são dependentes. Para se ter uma ideia de como o consumo de bebidas alcoólicas na adolescência aumentou, no levantamento anterior, realizado em 2001, apenas 5% dos adolescentes pesquisados preenchi am os critérios para dependência do álcool. Segundo recente estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em comparação com os países da América Latina, o Brasil aparece em terceiro lugar no consumo de álcool entre os adolescentes. A pesquisa foi feita com estudantes do ensino médio e incluiu 347.771 meninos e meninas, de 14 a 17 anos, do Brasil, da Argentina, da Bolívia, do Chile, do Equador, do Peru, do Uruguai, da Colômbia e do Paraguai. Entre os brasileiros, 48% admitiu consumir álcool.

Os dados são ainda mais alarmantes, porque o levantamento do CEBRID, que envolveu estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública, mostrou que a idade de início do consumo fica em torno dos 12 anos. "E, sabe-se, que o uso precoce de álcool aumenta o risco de alcoolismo em idade adulta", alerta o psiquiatra Arthur Guerra, doutor no assunto e fundador do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, da Universidade de São Paulo (Grea-USP). De acordo com dados do livro Sóbrio - Vença a Dependência do Álcool e Mantenha a Dignidade (Ed. Nova Era), "os jovens que começam a beber antes dos 15 anos são muito mais propensos a desenvolver dependência alcoólica do que aqueles que começam a beber aos 21 anos"."

Portanto, fica a nossa responsabilidade de divulgar essas fontes, na esperança de que algum orgão de controle de drogas do Governo Federal, se sensibilize e inicie, também uma campanha criando leis ou regras de controle das propagandas de bebidas alcoólicas em nosso País. Também desejamos chamar a atenção das pessoas públicas da nossa política, para depositarem um olhar mais sensível sobre esta questão tão delicada, pois nos afeta a todos.

domingo, 30 de março de 2014

Exposição de Ron Mueck

Com sucesso absoluto de público em Paris e Buenos Aires, a exposição com as esculturas hiper-realistas do australiano Ron Mueck chegou ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, única cidade brasileira que irá receber a mostra.

Mueck é um fenômeno no meio das artes, ainda que ele evite ao máximo circular socialmente nesses ambientes. Um de seus primeiros trabalhos artísticos, a obra "Dead Dad" (finalizada em 1997), se tornou uma das esculturas mais famosas mundialmente, contrariando tanto o ideal clássico da escultura quanto o da abstração modernista. Quase nenhum artista alcançou um patamar de reconhecimento mundial com tão poucas obras.

E o acervo do escultor é ainda pequeno, com cerca de 40 obras, muitas de acervo pessoal, algumas unidades pertencentes ao museu Tate em Londres e outras a Fundação Cartier para a Arte Contemporânea, responsável pela exposição em Paris e na América Latina.

Serviço

"Ron Mueck"

Quando: 20 de março a 1º de junho de 2014. De terça a sexta de 12h às 18h e sábados, domingos e feriados de 12h às 19h.

Onde: Museu de Arte Moderna do Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo.

Quanto: R$14 (inteira) e R$7 (meia). Aos domingos, ingresso família por R$14 (até 5 pessoas). Entrada gratuita quartas a partir das 15h.

Vendas de ingressos pela internet: www.ingressofacil.com.br

Mais informações: (21) 3883-5600 e http://mamrio.org.br/

Saiba ainda mais acessando aqui!

Casa da Leitura

A Casa de Leitura situa-se numa edificação imponente do bairro de Laranjeiras, RJ, e retrata uma época generosa em seus espaços de circulação e bom gosto nos detalhes do cenário interno e externo, com varanda e jardins. Dessa forma, torna-se um local aprazível não só para a prática da leitura, como também para outras atividades atraentes à comunidade.

Sede do PROLER - Programa Nacional de Incentivo à Leitura - desde 1992, a Casa da Leitura tem como meta mobilizar e difundir ações de promoção de leitura. Isso se faz através de assessorias, consultorias, fóruns de discussões, cursos e oficinas, debates, seminários, palestras e eventos diversos - todos priorizando a formação de profissionais promotores de leitura, ou seja, professores de sala de aula, bibliotecários e demais mediadores de leitura, com a finalidade de instrumentalizá-los em suas práticas. Todas as ações desenvolvidas buscam uma integração entre as atividades da Casa da Leitura e o trabalho nas bibliotecas, tendo como objetivo final a formação do leitor e a democratização do acesso ao texto literário.

Click no Link e conheça mais!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Aprenda a Utilizar os Atalhos no Teclado - Windows Seven

O mouse é um excelente periférico de entrada de dados em um sistema computacional. No entanto, o uso contínuo causa um desgaste muscular e gera a tendinite, que trata-se de uma a inflamação de tendão e causa muito incomodo. Uma maneira de prevenir este problema é passar a utilizar, também o teclado para acessar certas funções no computador. Basta praticar todos os dias e alternar com o uso do mouse. Abaixo, uma lista que encontrei e recomendo para treino no uso do teclado.

Atalhos para teclado no Windows Seven

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

Um bom e velho homem vivia como pedinte na estrada da vida. Seus dias devido a idade física eram cada vez mais difíceis. Todos os dias catava umas latinhas pelas ruas e as vendia por algum trocado para sobreviver. No entanto, o pouco que arrecadava não era o suficiente para a sua subsistência. Um belo dia quando estava a dormir debaixo de uma marquise, um jovem se dirigiu até ele e o acordando ofereceu o que comer. Vinha nas mãos uma pequena quentinha, um saco plástico com rabanada, uvas verdes e uma maçã bem vermelha. Numa sacola a parte levava um suco de caju gelado e o serviu. O bom e humilde senhor agradeceu imensamente o auxílio e lhe perguntou: - A quem devo agradecer pela refeição? O jovem lhe respondeu de pronto e sorrindo: - A Jesus de Nazaré! O senhor sorriu e fechando os olhos com poucas palavras, agradeceu a Deus pela refeição! O jovem se distanciou e continuou a sua peregrinação a colaborar com os que jazem nas ruas ao abandono.

Não se entende o Natal, sem compreender que a mensagem de Jesus deve ser: amai-vos uns aos outros como eu vos amei! E entender que a solidariedade é um passo para se melhorar as chagas da humanidade. Feliz Natal e um próspero ano novo!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

YouTube/EDU - Conheça este projeto

Youtube EDU é uma plataforma que seleciona e agrega vídeos de educação feitos por professores brasileiros. A iniciativa, criada em parceira com a Fundação Lemann, do empresário Jorge Paulo Lemann, é a primeira fora dos Estados Unidos a reunir canais criados por educadores sob o mesmo endereço, o www.youtube.com/edu.

O lançamento é chamado pelo Google de "plataforma de excelência" para estudantes, professores e escolas do país. Excelência porque os vídeos publicados no Youtube EDU passam pela curadoria de uma comissão de professores, que avaliam a veracidade das informações e a qualidade das aulas. "Essa foi uma das partes mais difíceis do trabalho, porque não dá para definir exatamente o que é uma aula boa ou não. Cada um tem uma forma de ensinar e um jeito de aprender. O grande diferencial da plataforma é justamente possibilitar que as pessoas escolham o professor que melhor se adapta ao seu perfil", disse Dênis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann.

A solução, então, foi avaliar se o conteúdo dos vídeos estava correto e deixar a tarefa de escolher o método de ensino para o próprio aluno. Mas mesmo aceitando a diversidade das aulas, a seleção foi criteriosa. "Cada vídeo assistido, seja de 10 ou de 30 minutos, leva mais de duas horas para ser avaliado", disse Marcelo Knobel, professor de física da Unicamp e um dos curadores do processo. O resultado foi esse: 26 canais e um total de 8 mil vídeos - pelo menos até agora - de mais de 18 mil registrados no Youtube com a tag "educação".

Para estrear no Youtube EDU é preciso encaminhar alguns vídeos para a equipe de avaliadores. Uma vez aprovados, o professor terá suas próximas aulas publicadas automaticamente. Para ter controle sobre todo conteúdo que entra no endereço, o Google e a Fundação Lemann contam especialmente com a ajuda dos próprios usuários. "O usuário é muito ágil em reportar erros por meio da própria ferramenta do Youtube. Só vamos avaliar novamente um professor se ele decidir trabalhar com uma nova disciplina, daquela avaliada anteriormente", disse Mizne. Os professores não receberão dinheiro a mais para participar da plataforma, mas deverão ganhar mais visualizações.

Os campeões de audiência

Alguns professores são verdadeiras estrelas na internet. É o caso de Paulo Jubilut, que ensina biologia em vídeos do Youtube desde 2010. O seu canal, o Biologia Total, foi criado depois de ele ter sido demitido de um colégio. Decepcionado, ele se viu prestes a desistir da docência e abrir uma casa de sucos quando decidiu começar a gravar suas aulas e postá-las na internet.

Deu tão certo que, pouco tempo depois, o Youtube entrou em contato para perguntar se ele não gostaria de capitalizar seu canal. Daí a ideia da casa de sucos foi ficando de lado, até ser esquecida. Hoje, os vídeos mais assistidos de Jubilut possuem entre 300 mil e 500 mil visualizações (veja bem, não estamos falando do novo clipe da Madonna, mas de aulas online).

O Biologia Total é um dos canais que integram Youtube EDU. Além de biologia, a plataforma disponibiliza aulas de matemática, física, química e língua portuguesa, todas para o Ensino Médio. A intenção é expandir o conteúdo para outras matérias e também para o Ensino Fundamental até 2014. "Queremos cobrir dos 6 até os 18 anos", disse João Luis de Almeida, do Sistema de Ensino Poliedro, um dos curadores do projeto.

[Artigo retirado e adaptado da revista Época - Negócios.]

Nota de Bessa de Carvalho

Fica claro que esta plataforma não substitui o professor, porém é uma referência como facilitadora no aspecto de estimular o aluno empenhado em melhorar o seu conhecimento e enriquecer o conteúdo educacional, onde o próprio professor, utiliza a ferramenta como suporte em seu exercício de prática diária voltado para a educação.

sábado, 21 de dezembro de 2013

JOVEM APRENDIZ DOS CORREIOS

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, Empresa Pública Federal, criada pelo Decreto-Lei nº 509, de 20/03/1969, com base na Consolidação das Leis do Trabalho, Capítulo IV – Da Proteção do Trabalho do Menor, na Lei nº. 10.097, de 19/12/2000 e no Decreto nº 5.598 de 01/12/2005, torna pública a realização de processo seletivo simplificado destinado à contratação especial de jovens aprendizes, para o preenchimento das vagas e formação de cadastro reserva para as localidades citadas no Anexo I deste Edital, de acordo com as normas e regras estabelecidas neste edital.

Inscrições 02/01/2014

Informações Principais

Edital de Abertura

Boa Sorte a todos os candidatos!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Amor Incondicional

Muitos de nós vivemos praticamente a vida toda em busca de um amor. Nas esquinas da vida, nas praias ou ao seu derredor, nas praças públicas, em um cinema, numa festa, ou simplesmente em nossa vizinhança. Buscamos o amor incondicional!

Aquele que é pleno completo e absoluto! Que não nos impõe condições ou limites para se amar. Aquele que está em primeiro lugar sempre.

O amor incondicional é generoso, altruísta ou infinito. Às vezes vem em forma de mãe amorosa e sincera; às vezes na forma de um pai, amigo e carinhoso; às vezes na forma de uma companheira ou companheiro. Não importa a camisa que vista. É sempre o amor incondicional!

É tão amor! Que se reveste de solidariedade para com o nosso próximo. É rico e abundante em esperança para com aqueles que não nasceram em nossa família carnal.

Alguns conseguem encontrar esse amor cedo. São aquelas pessoas que amam incondicionalmente a humanidade. Nesse caminho, pode-se citar o irmão e sincero amigo...Jesus!

Este com o seu exemplo de conduta e afeto acolhedor, exemplificou e nos legou o Seu Amor Incondicional.

Esperamos todos nós, que no dia 25 de Dezembro, data comemorativa do Seu aniversário, possamos lembrar D'ele com muito carinho e partilharmos um pequeno pedaço de bolo com o Aniversariante.

Fica conosco Senhor agora e sempre!

Pois a Tua presença em nossas vidas, sempre representará o Amor Incondicional!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Concurso Professor - Rio de Janeiro

A Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro divulgou oficialmente o edital do concurso que servirá para o provimento de 1.400 vagas imediatas e a formação de cadastro de reserva para Professores Docentes I, com carga horária semanal de 16 e 30 horas. Os interessados devem possuir licenciatura plena no componente curricular específico e registro no conselho de classe.

Para Professor de 16 horas semanais há um total de 704 vagas, sendo 249 para Filosofia, 98 para Artes, 13 para Biologia, 52 para Ciências, 18 para Educação Física, 22 para História, 140 para Inglês, 4 para Francês, 16 para Espanhol, 84 para Sociologia e 8 para Disciplinas Pedagógicas. Os vencimentos iniciais serão de R$ 1.081,97; mais auxílio-transporte e auxílio-alimentação.

As outras 696 oportunidades são para Professores com carga de 30 horas, os quais serão distribuídos entre as disciplinas de Português (109), Física (169), Geografia (66), Matemática (313) e Química (39). O salário inicial é de R$ 2.028,67, mais auxílio- transporte e auxílio-alimentação. Haverá reserva legal de vagas para deficientes (5%), negros e índios (20%) para todos os postos oferecidos.

As inscrições podem ser feitas no site da Fundação Ceperj (www.ceperj.rj.gov.br), responsável pela seleção, no período entre 05 de novembro e 8 de dezembro de 2013, mediante o pagamento da taxa, que poderá ser de R$ 50 (16 horas) ou R$ 70 (30 horas). Será disponibilizado também um Posto de Inscrição Presencial, na sede da CEPERJ (Avenida Carlos Peixoto, nº 54, Botafogo).

Os professores serão selecionados por meio de prova objetiva e avaliação de títulos. A aplicação das avaliações e a entrega de títulos estão agendadas para o dia 26 de janeiro de 2014, com previsão de resultado final no dia 26 de março.

O concurso terá validade de um ano, a contar da data de sua homologação, mas existe a possibilidade de ser prorrogado uma única vez.

O edital completo foi publicado no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (04/11/2013, a partir da página 39, Poder Executivo) e também pode ser acessado pelo site da Fundação CEPERJ.

Leia o Edital

domingo, 3 de novembro de 2013

IME - Instituto Militar de Engenharia - 2013/2014

É assegurado aos canditados que realizaram todas as etapas do Exame Intelectual o direito de solicitação de vista de provas.

1-Identifique-se, preenchendo os campos a seguir.

2-Clique no link 'Solicitação de Vista de Provas' e preencha o Formulário de Vista de Provas. Esse link só estará disponível dias 05/12/2013 e 06/12/2013.

3-Clique no link 'Gerar a Guia de Recolhimento à União - GRU' e imprima esse documento para pagamento da taxa de R$20,00 (por prova), em qualquer agência do Banco do Brasil.

O pagamento deverá ser efetuado impreterivelmente até o dia 06/12/2013. Caso seja usado o serviço de agendamento bancário, será considerada a data da entrada do depósito. Não haverá devolução da taxa pelo não cumprimento destas instruções.

4-Após o pagamento da GRU, envie eletronicamente o comprovante de pagamento até o dia 06/12/2013.

- O atendimento aos candidatos na Subdivisão de Concursos do IME (SD/3) ocorrerá através do email vestibular@ime.eb.br e dos telefones (21)2546-7007 ou (21)2546-7132.

- O candidato deve manter em seu poder o comprovante de pagamento original.

5-Caso o(s) arquivo(s) da(s) prova(s) requerida(s) não esteja(m) disponível(is) para download até 09/12/2013, o(a) candidato(a) deverá entrar em contato com a Subdivisão de Concursos do IME - SD/3, através dos telefones (21)2546-7130, (21)2546-7007 ou (21)2546-7132.

Observações: - Ao candidato que realizou a Vista de Provas é assegurado o direito ao Requerimento de Revisão de Questões das provas solicitadas anteriormente, que estará disponível no período de 08h30 do dia 12/12/2013 até às 16h30 do dia 13/12/2013.

Os CANDIDATOS AO VESTIBULAR (Concurso de Admissão ao Curso de Formação e Graduação - CA/CFG) 2013/2014 devem imprimir seu cartão de confirmação de inscrição acessando o link CACFG_WEB

Marinha do Brasil Prorroga Inscrições do Certame

O Comando da Marinha do Brasil informou que foram prorrogadas as inscrições do concurso público para ingresso de Médicos no Corpo de Saúde da Marinha (CP-CSM-MD) em 2013. O novo prazo se extingue apenas em 7 de novembro de 2013. A taxa de participação, por sua vez, pode ser realizada até 12 de novembro de 2013 e o pedido de isenção deve ser feito até a data final de inscrições. Caso tenha o pedido indeferido e ainda queira participar do certame, o candidato deve realizar sua inscrição até 12 de novembro de 2013.

Leia mais!

Marinha do Brasil - Diretoria de Ensino da Marinha

Colégio Naval:

=>Gabarito do 1o. Dia

=>Gabarito do 2o. Dia

PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS TÉCNICOS 2014

PROCESSO SELETIVO PARA OS CURSOS TÉCNICOS 2014

Click aqui!

FATEC - SP - Vestibular Ensino Superior 2014

Inscrições abertas para a FATEC - Faculdade de Tecnologia. De 08/10 até às 15h do dia 07/11/2013 Inscrições do Processo Seletivo.

Inscreva-se aqui!

Encontre aqui a programação para o Processo Seletivo Vestibular 1º SEM/14.

De 25/09 até às 15h do dia 07/10/2013 - Inscrições para isenção/redução da taxa no site www.vestibularfatec.com.br e entrega nas Fatecs (nos dias úteis das 13h às 19h) da documentação de isenção/redução da taxa.

De 08/10 até às 15h do dia 07/11/2013 - Inscrições do Processo Seletivo no site www.vestibularfatec.com.br .

A partir de 30/10/2013 - Divulgação no site www.vestibularfatec.com.br do resultado da solicitação de isenção/redução da taxa de inscrição.

De 30/10 até às 15h do dia 07/11/2013 - Inscrições no Processo Seletivo para os candidatos beneficiados com a isenção/redução da taxa no site www.vestibularfatec.com.br .

02/12/2013 - Divulgação dos locais de Exame.

08/12/2013 (domingo), às 13h - Exame – duração da prova: 5 horas.

08/12/2013 (domingo), a partir das 18h30min - Divulgação do gabarito oficial.

08/01/2014 - Divulgação da 1ª lista de convocação, da lista de classificação geral e do desempenho dos candidatos.

09/01 e 10/01/2014 - Matrícula da 1ª lista de convocação.

13/01/2014 - Divulgação da 2ª lista de convocação.

14/01/2014 - Matrícula da 2ª lista de convocação.

Valor da taxa de inscrição

R$ 70,00 (setenta reais)

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Inscrições FAETEC - Processo Seletivo 2014.1

PROCESSO SELETIVO POR MEIO DE SORTEIO DE CANDIDATOS PARA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA INTEGRADA AO ENSINO MÉDIO NA MODALIDADE JOVENS E ADULTOS - PROEJA

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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

BLOOD MONEY - O Aborto Legalizado

A partir do dia 15/11/2013, o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”, uma produção norte-americana independente, assinada pelo diretor David Kyle, estará nos cinemas. Saiba mais lendo a reportagem abaixo:

Após o lançamento em São Paulo, têm início roadshows de pré-estreias, incluindo o Rio de Janeiro (6), Goiânia (7), Brasília (8), Belém (9), Curitiba (11), Salvador (12), Recife (13) e Fortaleza (14). Nestas cidades, Kyle falará de sua primeira incursão no cinema com esse documentário polêmico, que está se tornando um cult pelo realismo e crueza com que trata o tema e pelas denúncias que faz. O filme de 75’ entra em cartaz nos cinemas a partir de 15 de novembro.

Segundo Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil, o filme “Blood Money – Aborto Legalizado”, pretende atrair o público brasileiro, pois disseca o tema, revelando a experiência prática em um país onde o aborto é legalizado há 40 anos. ”Apesar de mais de 70% da população brasileira serem contra a legalização do aborto, de acordo com os principais institutos de pesquisa do país, o tema gera polêmica, causa grande interesse e esclarece o assunto sob vários aspectos. Por isso esperamos que provoque repercussão, levando ao amadurecimento deste necessário debate no Brasil, onde ainda teimamos em tratar o aborto com hipocrisia”, diz Girão.

O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Girão.

O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.

“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.

Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou sua produtora a assinar contrato com Kyle para adquirir os direitos de distribuição no Brasil. “É a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade em um momento em que a mídia brasileira começa a discutir o assunto com coragem e com a importância que merece. Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto no Brasil”.

Retirado do site: http://www.estacaoluzfilmes.com.br/index.php/producoes/item/80-blood-money-o-aborto-legalizado

Visualize aqui o trailer oficial:

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Educação - O Caminho para a Liberdade

Atualmente, quando se fala em educação, logo vem em nossa memória a violência que os professores no Rio de Janeiro estão sofrendo. Mas, não se trata somente da violência física que presenciamos através das cenas na TV. Trata-se, também, da violência moral que os mesmos vem sofrendo já há décadas. O desrespeito com a classe dos docentes, começa pela sua remuneração. Chega a ser indigno o salário pago não somente pelos nossos governos, mas tanto pelos colégios e faculdades particulares.

Devido a depreciação moral que os mesmos estão sendo submetidos, a profissão está cada vez mais, sendo relegada a terceiro plano, ou seja, nas faculdades quase não se vê mais jovens interessados em seguir a profissão. Outra situação incômoda são as escolas públicas abandonadas literalmente por nossos governantes. Já visitei algumas escolas onde havia um descaso dramático com professores e alunos. Cozinhas mal aparelhadas, banheiros sem portas, vasos sanitários em péssimas condições, goteiras nos tetos, diretoras e diretores reclamando da verba que recebiam para manter a manutenção dos colégios e que mal davam para cuidar do mínimo necessário e manter a dignidade das crianças e jovens. Nossos professores e professoras são verdadeiros heróis. Como se não bastasse, muitos não conseguem, ao ficarem doentes, substitutos para garantirem uma licença médica decente. São obrigados a trabalhar como estão: braços enfaixados, problemas de coluna, na voz, etc... . Outros amargam a espera nas filas dos consultórios psiquiátricos sendo obrigados a se manterem sob medicação controlada por longos meses e até anos. Mas, o que está acontecendo com a nossa educação e o tratamento concedido aos nossos docentes? Porquê, quando fazem obras para revitalizar visualmente a cidade se exige um "Padrão FIFA" e, para se manter uma escola se utiliza um "Padrão Fila", ou seja, "aguardem, quando sobrar dinheiro nós investiremos na educação". Porquê, não investir mais nas escolas públicas? Será que os filhos da baixa renda não merecem uma oportunidade de possuírem dignidade também? No Brasil desde o início da República a educação vem se arrastando.

Foram diversas as tentativas de se manter a ignorância junto a população mais pobre e menos favorecida economicamente. No período da ditadura militar nós entendemos o porque, mas agora? Porquê? Porquê a desigualdade? Estamos ou não em uma democracia. Ah! Me esqueci, ainda não estamos, o voto é obrigatório!

Bem...está na hora de acordarmos e pensarmos mais no futuro das nossas crianças. Está na hora de exigirmos que os impostos tão altos que pagamos, retornem em "Padrão FIFA" para as nossas escolas. Quando as eleições chegarem, reflitamos sobre as propostas dos futuros administradores públicos. Quanto investirão em educação? Como vão investir? Quais são as propostas para uma nova educação? Percebemos que primeiro deve-se modificar as condições de remuneração dos nossos docentes e as condições de trabalho. Depois, estruturar melhor a nova escola, utilizar modelos que funcionem em outros países ou aqui mesmo no Brasil. Vamos procurar melhorar as nossas condições de ensino também! A qualidade escolar deve vir desde a primeira infância fortalecida com um bom alicerce educacional. Se a base não for fortificada, o que será o futuro dos nossos filhos? Provavelmente as diferenças sociais aumentarão.

No século XVIII, viveu um educador na Suíça que legou àquele país uma educação "Padrão FIFA". O nome dele era Johann Heinrich Pestalozzi. Graças a qualidade na educação que imprimiu, a Suíça hoje é um país de referência. Procuremos conhecer melhor os seus métodos educativos e implementá-los, a fim de conseguirmos um futuro melhor para os nossos amores e para a nossa sociedade. Um país que investe maciçamente em educação, está investindo indiretamente em: saúde, tecnologia, transporte, etc... . Pois, quanto melhor a qualificação dos nossos filhos, netos e bisnetos, melhor será o desejo deles investirem em qualidade de vida. O caminho para a liberdade está diretamente relacionada à educação. Nenhum país é verdadeiramente livre se for escravo da ignorância e não investir em uma educação de qualidade.

sábado, 12 de outubro de 2013

Uma Nova Escola

O objetivo deste tópico é levar a conhecer a possibilidade de se construir uma nova escola. Há tempos a nossa escola sofre com um abandono generalizado. No entanto, existem iniciativas possíveis de se conhecer e aplicá-las com segurança, haja vista, a sua existência por longo período num processo de crescimento linear e ascendente. O artigo abaixo, foi retirado do site Nova Escola e, trata-se de um projeto que acontece em Portugal na Escola da Ponte.

JOSÉ PACHECO E A ESCOLA DA PONTE

José Pacheco não é o primeiro - e nem será o último - a desejar uma escola que fuja do modelo tradicional. Ao contrário de muitos, no entanto, o educador português pode se orgulhar por ter transformado seu sonho em realidade. Há 28 anos ele coordena a Escola da Ponte. Apesar de fazer parte da rede pública portuguesa, a escola de ensino básico, localizada a 30 quilômetros da cidade do Porto, em nada se parece com as demais.

A Ponte não segue um sistema baseado em seriação ou ciclos e seus professores não são responsáveis por uma disciplina ou por uma turma específicas. As crianças e os adolescentes que lá estudam - muitos deles violentos, transferidos de outras instituições - definem quais são suas áreas de interesse e desenvolvem projetos de pesquisa, tanto em grupo como individuais.

A cada ano, as crianças e os jovens criam as regras de convivência que serão seguidas inclusive por educadores e familiares. É fácil prever que problemas de adaptação acontecem. Há professores que vão embora e alunos que estranham tanta liberdade. Nada, no entanto, que faça a equipe desanimar.

O sistema tem se mostrado viável por pelo menos dois motivos: primeiro, porque os educadores estão abertos a mudanças; segundo, porque as famílias dos alunos apóiam e defendem a escola idealizada por Pacheco.

Quando jovem, esse educador de fala mansa não pensava em lecionar. Queria ser engenheiro eletrônico. Mas uma questão o inquietava: por que a escola ainda reproduzia um modelo criado há 200 anos? Na busca por uma resposta, se apaixonou pelo magistério. "Percebi que na engenharia teria menos a descobrir, enquanto na educação ainda estava tudo por fazer." Desse "tudo" de que tem se incumbido o professor Zé, como gosta de ser chamado, é que trata a entrevista a seguir, concedida à NOVA ESCOLA em São Paulo.

A Escola da Ponte é bem diferente das tradicionais.

Como ela funciona?

JOSÉ PACHECO Lá não há séries, ciclos, turmas, anos, manuais, testes e aulas. Os alunos se agrupam de acordo com os interesses comuns para desenvolver projetos de pesquisa. Há também os estudos individuais, depois compartilhados com os colegas. Os estudantes podem recorrer a qualquer professor para solicitar suas respostas. Se eles não conseguem responder, os encaminham a um especialista.

Existem salas de aula?

PACHECO Não há salas de aula, e sim lugares onde cada aluno procura pessoas, ferramentas e soluções, testa seus conhecimentos e convive com os outros. São os espaços educativos. Hoje, eles estão designados por área. Na humanística, por exemplo, estuda-se História e Geografia; no pavilhão das ciências fica o material sobre Matemática; e o central abriga a Educação Artística e a Tecnológica.

A arquitetura mudou para acompanhar o sistema de ensino?

PACHECO Não. Aliás, isso é um problema. Nosso sonho é um prédio com outro conceito de espaço. Temos uma maquete feita por 12 arquitetos, ex-alunos que conhecem bem a proposta da escola. Esse projeto inclui uma área que chamo de centro da descoberta, onde compartilharemos o que sabemos. Há também pequenos nichos hexagonais, destinados aos pequenos grupos e às tarefas individuais. Estão previstas ainda amplas avenidas e alguns cursos d'água, onde se possa mergulhar os pés para conversar, além de um lugar para cochilar. As novas tecnologias da informação devem estar espalhadas por todos os lados para ser democraticamente utilizadas pela comunidade, o que já conseguimos.

Os professores precisam de formação específica para lecionar lá?

PACHECO Não. Eles têm a mesma formação que os de outras instituições. O diferencial é que sentem uma inquietação quanto à educação e admitem existir outras lógicas. Nossa escola é a única no país que pode escolher o corpo docente. Os candidatos aparecem geralmente como visitantes e perguntam o que é preciso para dar aulas lá. Digo apenas para deixarem o nome. No fim de cada ano fazemos contato. Hoje somos 27, cada um com suas especializações.

Como os novos professores se adaptam à proposta da escola?

PACHECO Há profissionais que estiveram sozinhos em sala durante anos e quando chegam constatam que sua formação e experiência servem para nada. De cada dez que entram, um não agüenta. Outros desertam e regressam depois. Mas nós também, por vezes, temos que nos adaptar. Há dois anos recebemos muitas crianças e professores novos, não familiarizados com a nossa proposta. Apenas a quinta parte do corpo docente já estava lá quando isso aconteceu. Passamos a conviver com mestres que sabiam dar aula e estudantes que sabiam fazer cópias. Foi necessário dar dois ou três passos para trás para que depois caminhássemos todos juntos. Precisamos aceitar o que os outros trazem e esperar que eles acreditem em nossas idéias. Essa é a terceira vez que passamos por isso.

Qual o perfil dos alunos atendidos pela Escola da Ponte?

PACHECO Eles têm entre 5 e 17 anos. Cerca de 50 (um quarto do total) chegaram extremamente violentos, com diagnósticos psiquiátricos e psicológicos. As instituições de inserção social que acolhem crianças e jovens órfãos os encaminham para as escolas públicas. Normalmente eles acabam isolados no fundo da classe e, posteriormente, são encaminhados para nós. No primeiro dia, chegam dando pontapés, gritando, insultando, atirando pedras. Algum tempo depois desistem de ser maus, como dizem, e admitem uma das duas hipóteses: ser bom ou ser bom.

Como os estudantes vindos de outras escolas se integram a um sistema tão diferente?

PACHECO Não é fácil. Há crianças e jovens que chegam e não sabem o que é trabalhar em grupo. Não conhecem a liberdade, e sim, a permissividade. Não sabem o que é solidariedade, somente a competitividade. São ótimos, mas ainda não têm a cultura que cultivamos. Quando deparam com a possibilidade de definir as regras de convivência que serão seguidas por todos ou não decidem nada ou o fazem de forma pouco ponderada. Em tempos de crise, como agora, em que muitos estão nessa situação, precisamos ser mais diretivos. Só para citar um exemplo, recebemos um garoto de 15 anos que tinha agredido seu professor e o deixado em estado de coma.

Como um jovem assim pode, de imediato, participar da elaboração de um sistema de direitos e deveres?

A escola nem sempre seguiu uma proposta inovadora. Como ocorreu a transformação?

PACHECO Até 1976, a escola era igual a qualquer outra de 1ª a 4ª série. Cada professor ficava em sua sala, isolado com sua turma e seus métodos. Não havia comunicação ou projeto comum. O trabalho escolar era baseado na repetição de lições, na passividade. Naquele ano, havia três educadores e 90 estudantes. Em vez de cada docente adotar uma turma de 30, juntamos todos. Nosso objetivo era promover a autonomia e a solidariedade. Antes disso, porém, chamamos os pais, explicamos o nosso projeto e perguntamos o que pensavam sobre o assunto. Eles nos apoiaram e defendem o modelo até hoje.

Qual é a relação dos pais com a escola? PACHECO Eles participam conosco de todas as decisões. Se nos rejeitarem, teremos de procurar emprego em outro lugar. Também defendem a escola perante o governo. Neste momento, os pais estão em conflito com o Ministério da Educação. Ao longo desses quase 30 anos, quiseram acabar com nosso projeto. Eu, como funcionário público, sigo um regime disciplinar que me impede de tomar posições que transgridam a lei, mas o ministro não tem poder hierárquico sobre as famílias. Portanto, se o governo discordar de tudo aquilo que fazemos, defronta-se com este obstáculo: os pais. Eles são a garantia de que o projeto vai continuar. Como sua escola é vista em Portugal?

PACHECO Há uma grande resistência em aceitar o nosso modelo, que é baseado em três grandes valores: a liberdade, a responsabilidade e a solidariedade. Algumas pessoas consideram que todos precisam ser iguais e que ninguém tem direito a pensamento e ação divergentes. Há quem rejeite a proposta por preconceito, mas isso nós compreedemos porque também temos os nossos. A diferença é que nós nunca colocamos em cheque o trabalho dos outros. Consideramos que quem nos ataca faz isso porque não foi nosso aluno e não aprendeu a respeitar o ponto de vista alheio.

Qual é o segredo de sucesso da proposta seguida pela Ponte?

PACHECO Nós acreditamos que um projeto como o nosso só é viável quando todos reconhecem os objetivos comuns e se conhecem. Isso não significa apenas saber o nome, e sim ter intimidade, como em uma família. É nesse ponto que o projeto se distingue. O viver em uma escola é um sentimento de cumplicidade, de amor fraterno. Todos que nos visitam dizem que ficam impressionados com o olhar das pessoas que ali estão, com o afeto e a palavra terna que trocam entre si. Não sei se estou falando de educação ou da minha escola, mas é isso o que acontece lá.

O modelo da Escola da Ponte pode ser seguido por outras escolas?

PACHECO Não defendo modelos. A Escola da Ponte fez o que as outras devem e podem fazer, que é produzir sínteses e não se engajar em um único padrão. Não inventamos nada. Estamos em um ponto de redundância teórica. Há muitas correntes e quem quer fazer diferente tem de ter mais interrogações do que certezas. Considero que na educação tudo já está inventado. A Escola da Ponte não é duplicável e não há, felizmente, clonagem de projetos educacionais.

Hoje a escola pode funcionar sem o senhor?

PACHECO Fui e continuo sendo um intermediário. Não tenho mérito por isso, apenas cumpro a minha missão. Vou me afastar dentro de um ano e estou amargamente antecipando essa despedida. Todo pai tem de deixar o filho andar por si próprio e, nesse momento, a Ponte caminha sozinha. Depois quero continuar desassossegando os espíritos em lugares onde há gente generosa, que só precisa de um louco com a noção da prática, como eu. Agora ninguém pode dizer que uma experiência como a da Escola da Ponte não aconteceu, porque ela existe e provamos que é possível.

domingo, 15 de setembro de 2013

Escrever é uma arte!

Escrever é uma arte. A arte de se expressar através das letras que pulsão dos nossos corações. Nossos sentimentos são flores sensíveis aos raios solares que banham o nosso jardim. A alma necessita de se alimentar de amor nas suas mais profundas entranhas. Por tanto, a manifestação do pensamento através da escrita nada mais é que o resgate dessas nuances da alma para a folha de um papiro. Escrever é uma arte...

sábado, 14 de setembro de 2013

Conheça a Escola da Ponte em Portugal

Talvez esteja na hora de professores e responsáveis governamentais do setor da educação, avaliar a possibilidade de iniciar um projeto piloto de qualidade no ensino fundamental. Para isso, deve-se assistir ao vídeo abaixo, onde uma experiência bem sucedida em Portugal vem de encontro ao momento que atravessa a nossa sociedade na área da educação. Pode ser o momento de reavaliar os métodos de ensino que desenvolve-se hoje e criar novas possibilidades de uma melhor escolaridade com conteúdo educacional.